quarta-feira, 10 de junho de 2009

Terra Parque


Ano passado, 2008, fui presenteada com a oportunidade de participar de um curso de recreação em um Hotel de Lazer, Terra Parque Hotel. Cofesso a todos que foi cansativo, angustiante mas ao mesmo tempo bom.
Este ano digo com toda certeza do mundo, decidi voltar e aproveitar tudo oque não aproveitei ano passado.
Foi o MELHOR fim de semana da minha vida. Isso se não houverem outros, porque se por alguma ventura houver, começarei a listá-los em "os 10 mais" e com certeza Terra Parque estará entre tais.
Mai engraçado que possa parecer, as coisas que mais me divertiram ano passado, não estavam presentes este ano: Tirolesa, Jogos Multimidia e uma competição entre as equipes muito acirrada.

Este ano a cooperatividade reinava sobre o Terra Parque. Conheci pessoas que nunca imaginei conhecer; um Chinelo, um Shrek Albino, uma velha reclamona que queria café, pessoas bonitas, pessoas feias, pessoas muito feias, pessoas divertidas, pessoas que nunca esquecerei, pessoas que ja nem me lembro mais o nome, enfim, pessoas.
Participar de um curso pra alguns pode ser um investimento sem valor, porém o valor é você quem coloca na hora que, no meu caso, praticava as atividades sem me importar com o cansaço (que no ano anterior me venceu), com o sono (que no ano anterior me venceu), com a chatice própria(que no ano anterior me venceu). Este ano eu fui diferente.

Um fim de semana que poderia ter sido monótono como todos os outros, se tornou um dos melhores da minha vida! Quero isso pra sempre presente na minha vida. Fins de semana como este. Espero que muitos deles venham ao meu encontro. Seu valor está garantido!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Um pouco mais sobre mim...


As vezes as pessoas não acreditam quando digo que fiz 11 anos de ballet clásscio. Elas também não acreditam (leia-se "se conformam") com o fato de eu ter parado com o mesmo de uma hora pra outra. Digo que pra mim não foi realmente de uma hora pra outra.
Aquelas tardes inteiras dentro de uma academia, ensaiando, suando, girando e caindo (muito) me faziam bem.
Sempre soube que ballet nunca passaria de um hobby pra mim. Sempre dancei pelo simples fato de gostar de dançar. Se dançava mal ou bem, não me importa. Quem sabe agora eu não volte a dançar! O real motivo pelo qual parei se encontra no fim.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Micos pt.1



Pagar micos é uma realidade! Eu ja paguei milhares que até não sei por onde começar.

O maior de todos, que eu me lembre, foi este:

Haveria uma festa das nações na escola onde sempre estudei, e como sempre, haveriam apresentações de danças. Claro que eu estava no meio dessa muvuca, eu nunca recusaria esta oportunidade.

Quase no dia, os ensaios se tornavam mais frequentes e ocupavam todos os meus horários (horários que deveriam ser preenchidos com muita matemática e história).

Num dos ensaios gerais, todas as salas foram dispensadas para que assistissem. Oh mundo cruel!
O palco foi construido de forma ardilosa e cruel ao meu ver. Partes mais altas gritavam: "Armadilha, armadilha..." E adivinhem quem foi estupida o bastante pra cair nesta armadilha?

Em um dos movimentos lá está a Botão vendo tudo passar da horizontal pra vertical, e CATABUM! Olha lá a Botão esparramada no palco, na frente de T-O-D-A--E-S-C-O-L-A.

Foi mais ou menos assim....
HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHHA
5 minutos.....
HAHAHAHAHAHAHAHAAHHAHAAHAHHAHAHAHAH
10 minutos....
HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA

A otária aqui levantou e continuou dançando!
Desci do palco e as pessoas riam na minha cara.

Sorte que minhas melhores amigas não assistiram a cena, o que me deu um pouco de conforto porque delas eu nao teria que ouvir piadinhas.

As pessoas as vezes sabem ser cruéis. Porque todos se sentem bem vendo outras cairem, tropeçar, levar um soco sem motivo aparente (como Jackass)?

Não me lembro de ninguém me perguntando: "Você se machucou?!"
Talvez se eu tivesse fingido que me machuquei as pessoas parassem de rir aos 2 minutos...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Meu nome e sobrenome...

~Seguindo os conselhos de uma amiga, resolvi contar neste blog um pouco da minha história. Tenho pra mim que quando a Jéssica disse que eu descrevo bem os fatos ocorridos, ela se referia aos fatos engraçados, que me aconteceram e ainda acontecem com muita frequência~

O fato escolhido de hoje caros leitores, não se trata nada mais nada menos que o nome pelo qual eu sempre fui conhecida: Natália Gomes Botão.
- Ahn???
- Isso, é Botão. B-O-T-Ã-O. Botão de rosa, de ropa, o que preferir.
- Por que Botão?
- Sei lá, por que Silva?
- Hum, diferente.

Diferente? Claro que é diferente, e sabe o que é melhor? Eu adoro isso! Mas se vc é aquela pessoa, que de alguma forma é diferente, mesmo que por qualquer mínima coisa as pessoas achem diferente: Você tá ferrado!
Eu digo isso pq desde os meus 6 anos de idade eu escuto piadinhas sobre o meu nome. Você neste exato momento consegue pensar em no mínimo três formas de tirar sarro da minha cara sem muita dificuldade. Estou errada?
- Não!

Enfim, o que acontece é: Eu estava na quarta série, feliz e saltitante, até que em um belo dia, minha professora de Literatura começa a se referir a minha pessoa como:
- Botão, responda a pergunta número 5!

Como assiiim?????????????? Essa professora está zuando da minha cara não está? Não acredito que ela está me chamando pelo nome que sempre rendeu piadinhas, e põe piadinhas nisso. Como que ela faz isso comigo? Todo mundo agora vai ficar me zuando "Botão-Ziper-Butão-Bocão-bla bla bla....

Pra minha surpreza ninguém manifestou nenhum tipo de reação ao ouvirem ela me chamar pelo meu nome. O que na verdade me encomodava era que ela depois daquele dia só se referia a mim como "Botão".
Percebi que era inútil lutar contra isso. A sina dos meus parentes é ser chamados de Botão, o que descobri mais tarde.

Até então, a única pessoa doida o sufuciente pra me chamar de Botão, havia sido aquela professora que sempre disse que minhas redações eram cheias de frases que expressavam a minha irredutividade. Não tive mais aula com aquela professora e o hábito dela de me chamar de 'Botão' se encerrou por aí.

Mudei de escola e taráááá, haviam 4(quatro) Natálias na mesma sala? Como é possível? Essa Mães viu.....! Não teve jeito, falavam Natá....e todas olhavam....! Opção geniosa: "Vamos chamá-las pelo sobrenome? VAAAAMOS!"

Aprendi que lutar contra isso era inútil, não tinha mais jeito. E antes que eu me esqueça; se eu não rir de suas piadinhas referentes ao meu nome, me desculpe, eu só as escuto desde os meus 6 anos de idade, com o tempo elas acabam perdendo a graça!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Alicia


Não bastava Alicia dizer o que sentia, ele não entendia seus temores. Não como ela; dentro de seu próprio peito.
Felipe diz entender seus sentimentos, mas como pode alguém entender o que nunca sentiu ?
Falam as más linguas que ele se preocupava mais com seus cavalos do que com ela! Sempre passou horas ao lado de seus cavalos, enquanto que Alicia, era deixada de lado por não ter quatro patas e nem uma crina para que ele pudesse penteá-la.

Alicia sempre afirmou: "sou verdadeira".Me confessou temer que um dia tenha que se transformar em um cavalo!

Se algum dia precisar, a primeira coisa que Felipe verá nela serão seus dentes! O coração? Depois de seu sacrifício!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Pin-ups


"Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de pornografia. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes."

Informações retiradas do site "Wikipédia"

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

"O PERIGO DA DITADURA GAY NO BRASIL"



"Estamos vivendo em nosso país um momento crítico de muita turbulência no que se refere aos valores morais e a relativização da ética cristã, com uma conseqüente inversão de valores e uma decadência do homem e de sua mais sublime instituição – a família.
Um dos graves problemas que estamos enfrentando, é uma supervalorização do movimento gay que, não estando satisfeito em ter os seus direitos de liberdade garantidos, quer agora impor a ditadura da homossexualidade no Brasil, através da tentativa de aprovação do projeto de Lei da Câmara dos Deputados de nº 122/2006.
Este Projeto de Lei tem como objetivo: Incluir na Lei 7.716/89 (lei anti-racismo) os crimes de discriminação e preconceito em razão de gênero, sexo, orientação sexual (apetites sexuais “alternativos”) e identidade de gênero.
Caso este projeto de lei passe como foi proposto, então escrever, opinar, discordar, manifestar-se contrariamente ao homossexualismo será considerado constrangedor, e quem ousar pronunciar-se contrariamente ao comportamento homossexual será condenado e perderá sua liberdade não só de expressão de pensamento, como também será punido com prisão, reclusão, cadeia!
Este projeto de lei é uma afronta ao direito à liberdade, liberdade de expressão, liberdade de consciência, liberdade de pensamento.
O projeto de lei pune com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir, criticar ou impedir a prática pública de um ato obsceno por homossexuais (Art. 7º).
Na mesma pena incorrerá uma mãe ou dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças ao descobrir que ela é lésbica e que troca carícias com a sua “namorada” na presença das crianças (art.4º).
O sacerdote ou pastor que, em uma homilia, condenar o homossexualismo será enquadrado no art. 8º, sendo punido com reclusão de 2 a 5 anos.

Este projeto de lei é uma tentativa de amordaçar, intimidar e prender (condenar com reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos) toda e qualquer pessoa que discorde do comportamento e do pensamento homossexual. É a instalação da ditadura Gay no Brasil.
Isto tudo significa que este projeto de lei poderá desencadear uma grande perseguição religiosa, pois nenhuma comunidade religiosa que discorde do comportamento homossexual poderá expressar sua convicção e crença sobre este assunto, sem que seja punida legalmente.

Conclamamos todo cidadão temente a Deus, (que preza pelos princípios sadios da ética e que valoriza a família), a que faça uso do seus direitos de cidadão e ligue gratuitamente para:
0800 61 2211 e diga não ao PLC 122/2006.
Obs: Na primeira ligação será feito um breve cadastro e por isso o interessado deve ter em mãos o CPF de sua residência ou do trabalho assim, nas próximas ligações, o cadastro será identificado rapidamente.

* Divulgue este artigo para o número maior de pessoas que você puder!!!!"

Pr. João Brito

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Juro, nunca ri tanto na minha vida!!!!